domingo, 6 de maio de 2012

Mãe,

                                                 Gustav Klimt

"...
Tenho pena que hoje as minhas dores
Não passem com os teus carinhos
E que hoje os meus pesadelos
Não se curem a dormir contigo.
Seria tudo tão mais fácil
Se não tivesse crescido…"
(Red)

sábado, 5 de maio de 2012

coisas sem importância

acordou. era dia outra vez. o ritual costumeiro e a hora de escolher o que vestir. tem dias em que 'ter' de escolher o que vestir é um verdadeiro frete. aos dias de semana fica decidido e pronto na noite anterior (ganha tempo de manhã), mas ao fim de semana não há tempo para ganhar. então, olha mais e mais uma vez, e lá se decide por uma qualquer peça, enquanto pensa que podia perfeitamente ter no armário uma coleção de uniformes (iguaizinhos, todos) para que a questão do 'escolher' ficasse resolvida. tinha visto isto uma vez num filme qualquer, anos atrás, e lembrou-se. pensou também que, na ausência de uniformes, se podia muito bem vestir a mesma roupa do dia anterior, porque não? depois refletiu e fez questão de dizer a si própria em voz alta que, se por alguma razão fosse obrigada a vestir a roupa usada no dia anterior, provavelmente, acharia um frete ainda maior. acabou de ter este pensamento e, ali de pé no meio do quarto, com alguma roupa na mão, a olhar para o roupeiro, lembrou-se que, afinal, já lhe tinha acontecido.
isto de ter de vestir a mesma roupa. a do dia anterior. por não ter outra. naquele momento. lá.
tinha sido num acordar diferente.
de repente, só se lembrou do acordar diferente. e do facto de ter vestido a mesma roupa por causa desse acordar. e de isso não lhe ter merecido qualquer importância.

sábado, 21 de abril de 2012

Uma ao fim de semana (14)



"I like the feeling of being a blank state.
I think i've come through something.
This is hard for me to admit.
In the past i have always expected the worst to happen.
Perhaps i still do think the worst will happen,
But what if it doesn't?
What if, at this point,
I am in fact free.
That i can walk down the street.
Get on the bus.
Buy a magazine.
Talk to a guy in a shop.
Try on pair of shoes.
I don't need permission.
I can do that.
I got my room now,
And that's important.
It's like a base for me,
And then there's that guy, james.
I don't want him to bother me.
I don't want anyone to bother me.
I don't want anyone in my hair.
I got my room and that's the main thing,
But he is okay.
If i could allow one person to bother me,
It might possibly be james.
Who knows?
It is too early to say.
I still got the cd that one of the girls in the hospital made me.
I can't imagine who made it for her.
All of the music is pretty old on it.
Pretty random stuff
I like it though.
I wouldn't have liked this stuff before,
But hey, i'm a blank slate.
I can like it.
There's no rules.
No agenda.
No learning.
Just music.
Sweet, simple music.
I've been memorizing my favorites.
I don't have any instruments.
I've just been sitting in a patch of sunlight
At the put of the bed in front of the mirror.
I keep one headphone out,
And i sing the track along with the cd.
I wonder if my voice sounds good.
I wonder if i'm even in tune.
I have even tried a few scales,
Though very quietly.
How uncool is that?
Me singing scales in my new room.
On the disk is written jackson brown, nina simone, bill withers
On the disk is written howard jones.
Right now i feel like a starving person who
Is tasting food for the first time.
Howard jones is my mozart.
He is like buttered toast.
Don't ever tell anyone i said that.
I wonder what i should do.
When i was in the hospital it was easy.
They had a schedule.
I was like a kid the whole time.
They were in charge; i was a kid.
I jumped up and came down here.
I put from my mind comfortable thoughts about hospital life.
I am trying to block out thoughts about sex.
I feel like i want to sing, but i'm in the library.
I have fantasized for two years now about a job.
Any job.
Any job that would plucks me back into some sort of normal rhythm,
Some sort of normal society.
I thought for a while that the flock was going to be enough,
But i have to keep moving.
I am twenty three.
What the hell am i doing in a high street library
Writing about nothing?
I wouldn't mind kissing him once more.
Or at least, i wouldn't mind having a kiss only policy with him.
For some reason i feel that it shouldn't go any further,
But he's a pretty sensational kisser, hence the policy.
I wonder if i could do myself some sort of internal injury.
If i just kissed then left the room as soon as the kiss was over.
If i never took the seduction any further forward,
I couldn't damage a kidney or a loin or something.
It's a bit annoying i can't go into the boy's shop.
I want his advice.
I was to dress, or something.
But i look too much like a boy these days.
Why can't i look like a girly girl once in a while?"

Howard Jones is my Mozart, God Help the Girl

'Uma ao fim de semana' é a rubrica d'O Quinto Andar da qual consta uma musica que se ajusta, por uma razão ou por outra, ao estado de espírito da minha pessoa nesse momento. Sugestões são bem-vindas (embora sujeitas a apreciação). Podem enviá-las para lp.going.80s@gmail.com.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

The Net-Gen


Caros pais e educadores em geral, partilho convosco duas expressões (acrónimos) das várias que retive numa palestra à qual tive a sorte de assistir hoje, e que teve como tema "Inglês e a Internet". Nunca é demais tomarmos conhecimento das coisas que as nossas crianças e jovens escrevem quando estão a falar com alguém pela internet. Nem sempre percebemos, ou não damos importância, mas, se calhar, convinha...


POS - Parents Over Shoulder

LMIRL- Lets Meet in Real Life
Se quiserem saber mais sobre o assunto, esta ferramenta está ao vosso dispor sem quaisquer custos: http://www.educause.edu/educatingthenetgen

(porque o saber não ocupa lugar... ;)

domingo, 8 de abril de 2012

Mais do que palavras... XXVI

Bastam-me as cinco pontas de uma estrela
E a cor dum navio em movimento
E como ave, ficar parada a vê-la
E como flor, qualquer odor no vento.

Basta-me a lua ter aqui deixado
Um luminoso fio de cabelo
Para levar o céu todo enrolado
Na discreta ambição do meu novelo.

Só há espigas a crescer comigo
Numa seara para passear a pé
Esta distância achada pelo trigo
Que me dá só o pão daquilo que é.

Deixem ao dia a cama de um domingo
Para deitar um lírio que lhe sobre.
E a tarde cor-de-rosa de um flamingo
Seja o tecto da casa que me cobre

Baste o que o tempo traz na sua anilha
Como uma rosa traz Abril no seio.
E que o mar dê o fruto duma ilha
Onde o amor por fim tenha recreio.


Poema destinado a haver domingoNatália Correia
(Poesia Completa, Publicações Dom Quixote, 1999)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

eu realmente não devia...

mas...





a tentação é grande!

(ainda por cima estamos na quaresma e resistir às tentações é importante e assim, eu sei - digo eu de mim para mim mesma...)

domingo, 1 de abril de 2012

(re)lendo em férias

“Sometimes he caught himself listening to the sound of his own voice. He thought that in her eyes he would ascent to an angelical stature; and, as he attached the fervent nature of his companion more and more closely to him, he heard the strange impersonal voice which he recognised as his own, insisting on the soul's incurable loneliness. We cannot give ourselves, it said: we are our own.”
James Joyce, Dubliners


(muito tenho eu de agradecer aos meus 'periodozinhos' de férias por me permitirem saborear pérolas da Literatura como esta. oxalá venham muitos - períodos de férias E 'pérolas', entenda-se)

sábado, 31 de março de 2012

Sempre era novidade!


acabei de assistir a uma exibição de Capoeira, e gostei que nunca mais acaba. a motivação para as idas ao ginásio anda pelas ruas da amargura e por mais que eu goste da natação, há alturas em que não me dá jeito nenhum. estou a perguntar-me seriamente, se não gostaria de experimentar uma coisa destas...

domingo, 25 de março de 2012

Uma ao fim de semana (13)


Here's Where The Story Ends, The Sundays


'Uma ao fim de semana' é a rubrica d'O Quinto Andar da qual consta uma musica que se ajusta, por uma razão ou por outra, ao estado de espírito da minha pessoa nesse momento. Sugestões são bem-vindas (embora sujeitas a apreciação). Podem enviá-las para lp.going.80s@gmail.com.

sábado, 24 de março de 2012

Dorme, dorme, meu menino

Dorme, dorme, meu menino, 
Um soninho descansado, 
Que o anjo da tua guarda 
Vela por ti, a teu lado.


(Canção de embalar da região de Trás-os-Montes)

domingo, 18 de março de 2012

Uma ao fim de semana (12)



"So when the hurting starts
And when the nightmares begin
Remember you can fill up the sky
You don't have to give in
You don't have to give in"


Fight, The Cure


(obrigada, Sandro)


'Uma ao fim de semana' é a rubrica d'O Quinto Andar da qual consta uma musica que se ajusta, por uma razão ou por outra, ao estado de espírito da minha pessoa nesse momento. Sugestões são bem-vindas (embora sujeitas a apreciação). Podem enviá-las para lp.going.80s@gmail.com.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Pessoas e coisas


Estranhei a ausência dela e liguei ao início da tarde para saber se estava tudo bem. Que não. Que estava quase tudo mal. Fiquei apreensiva, é daquelas pessoas que raramente diz que não está bem (mesmo quando não está). Preocupada, já, perguntei-lhe  o que não queria saber. E ela respondeu-mo. O que eu não queria saber.
A vida, às vezes rouba-nos indecentemente a oportunidade (que aparentemente nos dá) de vivermos as coisas que concede a outros com tanta facilidade! E pode nem ser muito o que há a conceder, e ser tanto o concedido! E torna-se imensamente difícil compreender racionalmente o porquê de certas coisas e apetece-nos rir do mundo e tornarmo-nos pessoas de olhar apagado, amargas.
As noticias fizeram-me pensar noutra amiga com quem falei por altura do seu aniversário, quase no final do ano passado, e de quem ouvi o que não queria ouvir, também. Mora igualmente no meu coração há muitos anos, e falarmo-nos (pelo menos) nestas ocasiões é algo de que ambas não abdicamos. É quase uma irmã, morámos juntas quando estávamos na universidade. Atendeu, dei-lhe os parabéns e balbuciei o “tudo bem?” sem esperar resposta, enquanto lhe ia contando de uma só vez as novidades que ansiava por partilhar. Finalmente calei-me, tive noção do silêncio dela e de que até me tinha respondido um triste “mais ou menos” quando, sem consciência, os meus lábios se tinham aberto para o “tudo bem?”.
Mau! Mais ou menos?
Que tinha uma cena num peito. O que queria ela dizer com uma “cena” num peito? Um “problemita”. Estou em tratamento.
Uma vontade sem tamanho de chorar e de esmurrar a parede que entretanto me aparecia à frente, mas foi-me saindo um “oh! estás a brincar…” desesperado.
Não se ouviu nenhuma voz. Era a voz de ninguém. Depois ouviu-se a voz dela que me dizia para parar de chorar porque o tratamento estava a resultar e que iria ficar boa. O ridículo! Ela! Ela que o vivia, que o sentia, estava a consolar-me a mim!
“Como se o não ficares boa fosse uma possibilidade!” -  quase lhe gritei como se o facto de o fazer tivesse alguma influência no processo. Como se a minha vontade fosse a cura para a dor e para tudo. 
O que senti depois disto ainda não consigo explicar. Fez-me pensar. Estas coisas fazem-nos pensar. Na verdade, fiz-me espécie a mim própria. Senti-me um pouco envergonhada por estar agora a pensar mim, em alguns aspetos e situações da minha vida aos quais dei demasiada importância e não a tinham;  e noutros a que dei pouca importância e teriam merecido mais. Não sei se a altura do ano também ajudou (estava perto o ano novo, até inconscientemente se fazem balanços, e há as New Year's Resolutions...).
Lembro-me de ter pensado no António Feio e nas palavras que os ouvidos deste país (mundo, enfim) ouviram com uma sensível consciência: “Não deixem nada por fazer”.
Se calhar não existe “não deixar nada por fazer ”, mas pode existir deixar menos por fazer (por dizer). 
Tive casos em que fiz. Tive casos em que disse. É claro que o nosso mundo interior não é o dos outros e é de esperar reações de estranheza (embora eu tivesse em mim a esperança de que todos fossem reagir bem à minha – subentendida -  proposta de paz ou tréguas). Não foi assim. Nem podia ser. Infelizmente, consegui ler em algumas pessoas o “esta agora lembrou-se e quer o quê?”, deixando-me triste.
Não me arrependo. É óbvio que a sensibilidade não é essencial à existência humana e há quem opte por não a ter. Cresci.
Há coisas que não valem a pena.
E pessoas que também não.

domingo, 11 de março de 2012

Uma ao fim de semana (11)





Wuthering Heights, Kate Bush


'Uma ao fim de semana' é a rubrica d'O Quinto Andar da qual consta uma musica que se ajusta, por uma razão ou por outra, ao estado de espírito da minha pessoa nesse momento. Sugestões são bem-vindas (embora sujeitas a apreciação). Podem enviá-las para lp.going.80s@gmail.com.

sábado, 10 de março de 2012

Teaser


Estava por lá paradito, em cima de uma mesa e com ar de quem não tinha dono. “Engula Sapos” era o nome que se lia em letras gordas na capa.
Não resisto a ver um livro assim, no meio de lugar nenhum, tão só, e não lhe pegar para ver de que trata.
Ora bem, rapidamente percebi que era um daqueles livros de ‘autoajuda’ (devem estar cada vez mais na moda, reproduzem-se em abundância e estão em tudo o que é lugar). Estava eu perante “um best-seller do campo da gestão e do desenvolvimento do potencial humano” (dizia na capa). Comecei a ler, achei alguns factos curiosos e fui saltando páginas (direito que me assiste enquanto leitora segundo o  inteligente Daniel Pennac), para ver se seduzia até ao final. E seduziu.
A primeira coisa que li e me chamou a atenção foi: “Seja qual for o nível das suas capacidades, você dispõe de mais potencial do que aquele que poderá alguma vez desenvolver ao longo de uma vida.”  – James T. Mckay). Ora, eu achei logo que sim (toda eu sou potencial que nunca mais acaba) e passei para um outro capítulo que começava com: “Nunca haverá tempo suficiente para fazermos tudo o que temos de fazer”. O que isto me descansou, meus amigos! Afinal não sou só eu. Afinal é, tipo, uma verdade universal! Olha que bem!.
Vou só partilhar mais uma citação que por lá encontrei e me pareceu digna de destaque (Saint-Exupéri, desta vez). “É no entusiasmo irresistível pela grande aventura, pela vitória e pela atividade criativa que o Homem encontra a sua alegria suprema.”
E pronto. Vou então começar a investir mais nisto do “entusiasmo pela grande aventura ” (e pelo resto) e esperar que a alegria suprema não demore muito.
O que um livrito perdido em cima de uma mesa não é capaz de fazer pela vida de uma pessoa!

quinta-feira, 8 de março de 2012

diário - 12/03/08


You came to the lobby straight
I Took your hand, felt the heat of a different fate
Took sometime to tell you my name
I could smell the sense of fear
Had been lifted from your face
It was time to kick the facade
Walk into the room
Disappear without a trace
O' then I recognized you

It was bright
It was dark
You could say
I couldn't start
I couldn't feel
If the words were right

You were right
I was gone
When you said that the fight was on
With one look I was yours
The things you gave
The things I took
See that star?
In the sky
It's a mirror to my woman's mind
Let me burn in her fire
In that mirror to my woman's mind

I'm gonna take you to the mountain first
Then we'll look down on work to be done
There's no need to live for the world
Don't  leave the world, the world will leave you

It was bright
It was dark
Something big
Was about to start
I wouldn't say I'd got it right

You were right
I was gone
When you said that the fight was on
With one look I was yours
The things you gave
The things I took
See that star?
In the sky
It's a mirror to my woman's mind
Let me burn in her fire
In that mirror to my woman's mind

Mirror to my Woman's Mind, Peter Murphy

domingo, 4 de março de 2012

Nutriterapia


Nutriterapia: a nova dieta
Esta semana houve ação de formação sobre "Nutriterapia". Experiência deveras interessante e útil, digo-vos eu. Embora as ações de formação sejam uma constante na minha vida profissional, gostei desta especialmente, por sair um pouco do âmbito dos temas a que estou habituada ver tratados. Para quem não está familiarizado com o conceito, a Nutriterapia "é uma terapia em que se escolhem os alimentos com todo o cuidado, segundo as características de cada um, como a sua cor, a sua forma e os benefícios que trazem à saúde, podendo evitar ou curar doenças." Ou seja, "os alimentos são o nosso melhor remédio", confirma-se. Não vou maçar-vos com os detalhes científicos, até porque podem pesquisar sobre o assunto e facilmente encontrarão informação. Posso é dizer-vos que, depois de tanto ver e ouvir sobre as propriedades dos alimentos ditos saudáveis, assim que saí do auditório, senti uma enorme vontade de comer batatas fritas de pacote (daquelas onduladas e com sabor a presunto e que nada têm de saudável). É a vida. E souberam-me lindamente! 
Ora bem, fiquei saciada, é um facto (um amigo meu diz que as batatas fritas são como os abraços, saciam), mas senti-me algo culpada por estar a tratar o meu organismo desta forma... para colmatar esta minha falha, resolvi comprar uma tablete de chocolate, (aposto que está tudo a pensar que de nada me serviu ter assistido à palestra, mas estão enganados). É que, na ação, eu tive a confirmação de que o chocolate está incluído num grupo de alimentos com propriedades benéficas para o nosso organismo que nunca mais acabam. Tem é que ter mais de 70% de cacau. Ora, memyselfandi ofereceu-se, então, a si própria, um chocolate com 85% (just in case)!. Mais vale prevenir ...

sábado, 3 de março de 2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A primeira contribuição...

Chegou a casa e prontamente me informou que os meninos na escola tiveram que fazer um texto com (no mínimo) 15 linhas... "já viste? 15 linhas!"
Partilhei do seu espanto e  mal pude esperar para ler o texto que ele próprio criara. Abri o caderno, o tema era "Eu sou uma gota de água" e o resultado foi este.

Eu sou uma gota de água muito bonita. Sirvo para lavar os humanos. Sou muito limpinha, não tenho bactérias. Eu passo pelos rios e por torneiras. Quando passo pelos rios vejo milhares de outras gotas. Vou pelos canos até chegar ao mar. No mar vejo mais gotas de água do que no rio. Também vejo peixes. Tubarões, baleias, tartarugas. Tenho muitos amigos! Gosto muito deles e eles estão sempre comigo.


André, 7 anos


*a primeira de muitas contribuições (espera a mamã babadíssima!), embora esta tenha sido, assim, a modos que, usurpadita...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Uma ao fim de semana (10)



Voices Carry, 'Til Tuesday

'Uma ao fim de semana' é a rubrica d'O Quinto Andar da qual consta uma musica que se ajusta, por uma razão ou por outra, ao estado de espírito da minha pessoa nesse momento. Sugestões são bem-vindas (embora sujeitas a apreciação). Podem enviá-las para lp.going.80s@gmail.com.