Sempre suspeitei, mas finalmente tive a confirmação: os senhores da Disney têm informantes espalhados pelos 4 cantos do mundo porque andam sempre à procura de novas histórias e, depois de algum deles ter passado uma vida a 'estudar' a minha pessoa, lá a decidiram transpor para a animação... não fosse o cabelo ruivo e a arte do arco e flecha, e vos garanto que era eu, sem tirar nem pôr, a maria-rapaz do filme. A sério!
eu podia falar-vos sobre o retrato de uma geração, um reflexo da sociedade de então, de uma classe caricaturizada e de outros aspetos não menos importantes e muito dignos de serem abordados. mas em verdade vos digo: I'm a sucker for musicals e foi essa a razão que me levou a ver o filme. anos 80 e canções que reconhecemos logo aos primeiros acordes. muito rock, muito glam, muitas Power Ballads, muita "América", principalmente, mas com o elemento comicidade sempre à mistura. Tom Cruise numa interpretação, a meu ver, excelente e, sobre ele, bem... é ver a foto (e o filme).
deixo-vos um cheirinho, uma das partes que melhor ilustra o espírito do filme, talvez.
é o nome do filme que acabei de ver. Não. Desta vez não vou elogiar actores ou comentar a relevância dos conteúdos abordados. Desta vez vou mesmo é relatar uma das cenas que surgem logo no início do filme, quando os protagonistas se conhecem (blind date).
Cumprimentaram-se pela primeira vez e decidiam o restaurante onde iriam jantar quando colocaram as "cartas na mesa", pois acharam que a coisa não iria correr bem... A mocinha ainda se dispôs a fazer o sacrifício, mas o herói convenceu-a de que talvez não fosse uma boa ideia. Boa ideia mesmo seria ele sair com os seus amigos(as) e ela, bem, ela... talvez fazer o que raparigas como ela costumam fazer a um Sábado à noite, tipo, "read... and blog... do you have a blog?... You look like a person who has a blog..." Relevância deste post: Should one be worried?????
Sempre gostei muito da Julia Roberts! Por variadíssimas razões, que não me apetece enumerar agora, mas, principalmente, porque quando caminha "mete" os joelhos para "dentro", facto que me deixa felicíssima, pois é bom saber que há mais como eu e, ainda assim, huge!
Gostei da Elizabeth Gilbert, por variadíssimas razões, mas, principalmente, pela sua restless nature, facto que me deixa felicíssima, pois é bom saber que há mais como eu e, ainda assim, huge.
Gostei do filme "Eat, Pray, Love" e ainda estou a gostar do livro...
Orgulho em ser mulher. Enorme orgulho em ser memyselfandi.
Castelos de areia? Muitos!
Geralmente, o que não é planeado é o que corre melhor. Já há por aí muita gente a dizê-lo. Foi o caso. Um encontro para um café. Que se transformou num jantar. Que se transformou num diálogo interminável. Que se transformou numa ida ao cinema. Sem escolha prévia e sem um título em cartaz fortemente sedutor, foi escolhido o "Letters to Juliet". Adivinhava-se um filme xaroposo do tipo Domingo à tarde na TV, mas acabou por se revelar um pouco mais do que isso. Bastante mais. Saí de lá com a sensação de que naquela sala de cinema alguém me quis ensinar uma lição... Certa ou errada, seria bom se a tivesse aprendido. Continua a parecer que nem tenho pensado no assunto. E, no entanto, tenho pensado. Oh, se tenho!
em português, "O sítio das Coisas Selvagens", é o título de uma história infantil, de acordo com a wikipédia, criada pelo escritor e ilustrador americano Maurice Sendak. Está neste momento em exibição a sua adaptação para cinema.
Por sugestão do meu Reizinho, lá fomos nós assistir à saga do rapazinho de 5 anos que apanhou um castigo da mãe e foi para o quarto fantasiar sobre um mundo imaginário onde viviam os monstros-que-afinal-não-eram-assim-tão-monstros.
A história já não é nova e o livro já vendeu milhões de cópias por esse mundo fora. Quanto ao filme, não sei se venderá tanto, até porque a adaptação, (lá está, é uma adaptação), não é a obra literária.
O conteúdo é denso. Obriga-nos a reflectir sobre a relevância dos ensinamentos maternais e sobre o amor que pretendem transmitir-nos. Transmitir-nos, a nós, adultos. Às crianças? Faz-me duvidar se será um filme infantil, para um publico infantil. Contudo, se tivermos em conta a classificação... E mais uma vez haveria tanto para dizer...
Alguém me explique o porquê de tanta azáfama com o filme Avatar, se faz favor! É que eu, até agora, ainda não percebi. Se calhar o problema é meu. Se calhar há algo em mim que não chega lá exactamente...
Então é assim, fui ver o filme Avatar logo na semana de estreia, ao cinema. E fui, simplesmente porque envolvia actividades extra curriculares, e tal, relacionadas com a escolinha. Lembro-me que foi um dia complicado, mau tempo entre outras coisas, e cheguei aí uns 10 minutitos atrasada. Pareceu-me a mim que esses 10 minutitos não teriam feito grande diferença à compreensão do enredo da "coisa", por assim dizer. Na verdade, fiquei a par de tudo em menos de nada (construção engraçada, esta :). E quando achei que o filme começava a "ser" (já não sei bem que coisa seria) começam os tiros, as máquinas, a destruição do espaço, daquele paraíso todo (aliás, como convém a um filme tipicamente americano que se preze, digo eu). E são infinidades disto!
Entretanto, só oiço falar sobre o Avatar. No início, eram principalmente os mais miúdos que mais comentavam a obra de arte. Compreendi. Os miúdos são grandes fãs de efeitos especiais, e tal. Depois ouvi num lugar qualquer que era o 2º filme mais visto da história do cinema. E caiu-me tudo! Ou quase. Há qualquer coisa aqui que me escapou...
Eis que nos encontramos no shopping e o reizinho cá de casa insiste em ir ao cinema. Como tal actividade é uma prática frequente, os filmes de desenhos animados disponíveis já por nós tinham sido vistos. A insistência continuou (principalmente pelas pipocas no escuro, desconfio) e lá tivemos (o funcionário do cinema e eu), que escolher um filme que, não sendo de desenhos animados, o baby também pudesse assistir. A opção foi "Step up", um filme com muita musica e dança à mistura, que se revelou ser uma especie de Fame-meets-Black Eyed Peas-meets-Eminem. Não saí de lá arrependida, contudo. Fiquei a par daquilo que o "meu publico" habitual tanto tem falado. Não é à toa que a sala estava cheia de adolescentes. Uma coisa vos digo, saudadinhas da Fame dos 80s, muitas! Acho que estou mesmo a ficar "cota"... Deixo-vos com a parte final do filme pois, dentro do todo, foi a mais "brutal" (o adjectivo está entre aspas porque foi criação "roubada" a terceiros). Enjoy!
Já tinha lido muita coisa sobre este filme/documentário, mas ainda não tinha tido oportunidade de ver com os meus próprios olhos para depois poder apreciar. Finalmente, vi. Ví e fiquei contente com o que vi. Saí da sala de cinema com vontade de dançar e tudo!
Do que tinha lido sobre o "This is it" na blogosfera, houve um post que me ficou e com o qual eu não poderia estar mais de acordo. O mesmo dizia que quem viu o filme saiu com a convicção de que Michael Jackson estava pronto para enfrentar o público e dar concertos memoráveis.
Não poderia estar mais de acordo. A produção do evento era gigantesca e os detalhes, então. Desde os fantásticos cenários aos incansáveis e disciplinadíssimos bailarinos, sai-se da sala a pensar, também, e com algum lamento, como tanto empenho, trabalho horas a fio, investimento físico, psicológico e monetário, claro, deu no que se sabe...
Saí do cinema com um sorriso de orelha a orelha, mais uma vez.
Já fui ver o filme FAME para a nova geração (caso tivesse duvidas, esta frase que acompanha o filme para todo o lado, seria suficientemente esclarecedora relativamente ao facto de eu ser da "outra" geração), e informo-vos que é um filme "highly contagious" (no bom sentido), digo-vos eu.
Não "bate" o primeiro, o de 1980, contudo.
De maneira nenhuma.
Quer dizer, o astral está lá, o Melting-pot e a filosofia de que somos todos diferentes mas todos iguais e que tão bem ilustra a imensa Nova Iorque também.
Não faltou a famosa Miss Grant, que desta vez era a directora da escola, nem o famoso monólogo introdutório "You've got big dreams. You want fame. Well, fame costs... " faltou.
Faltou alguma coisa, mesmo assim.
Faltou a densidade do primeiro.
Faltou a "força" do argumento do primeiro.
Faltou o Bruno Martelli, a Doris, o Leroy e a Coco.
Se calhar, o que faltou, foi a minha adolescência...
Ontem fui ao cinema. Fui ver um filme que há muito esperava a estreia com duas das pessoas que ligadas ao cinema são para mim favoritas. Denzel Washington e John Travolta.
Mas não vou escrever sobre o filme, vou sim falar na gordura do Travolta. Muito se tem falado da gordura do Travolta e eu também o vou fazer. Lembro-me de o ir ver ao cinema em Staying Alive e na altura o Sr. Travolta tinha tudo no sítio e do meu ponto de vista tinha falta da dita gordura ou pelo menos de alguma dela. A juventude era o item predominante juntamente com um bocadinho de arrogância e muitos movimentos de ancas. Ora ao Sr. Travolta aconteceu o mesmo que a qualquer vinho, amadureceu e requintou. Não me lembro de um único filme em que ele não esteja à altura do papel. Se é para dançar ele dança com ou sem peso a mais, se é para ser mau ele é, se é para rir ele faz-nos rir. Mas isto, claro, é o meu gosto pessoal, penso eu ser partilhado por mais.
Não me parece que os quilitos a mais lhe fiquem mal, não terá um ser humano o direito de não fechar a boca àquilo que lhe dá prazer? Não é nenhum segredo que com a idade e as preocupações os nossos corpos modificam, adquirem traços novos por vezes demasiado vincados. Parece-me que é prodigioso um actor conseguir expor-se durante tantos anos e sobreviver! Este senhor merece a minha admiração por ter atravessado com passo firme a odisseia que é a vida e continuar a ter desempenhos como aquele que vi ontem que mesmo com papel de mau distribuiu elegância. Porque esta nasce connosco e com quilos a mais ou não quem a tem não a perde.
Não dedico aqui as minhas palavras ao Sr. Denzel porque dele nunca se falou que tivesse quilos a mais mas não posso deixar de referir que este Sr. é outro dos espécimes da humanidade com grande estilo e versatilidade do qual não me lembro, também, de nenhum filme que não fosse digno de ser visto. Um bem haja aos dois!
Este fim-de-semana recebi um convite para ir ao cinema, e, como a companhia era boa, não pude recusar. Nunca recusaria, mesmo que o filme fosse pouco "eu". É que a minha companhia era mesmo de primeira! Contudo, fiquei a ganhar em duplicado. O filme, embora de animação, era "do best" (como dizem os miúdos) e encerrava uma mensagem que, estou certa, nos toca a todos. Não vou contar-vos a história (até porque isso seria uma maldade da minha parte), however, quando vos der jeito, vejam. Aqui fica a little something para aguçar a curiosidade.
Já mencionei anteriormente que gosto de musicais. É, sem duvida, mágica a capacidade que algumas pessoas têm de associar musicas a acontecimentos e emoções. Nos musicais, muitas vezes, essas combinações resultam perfeitas. Lembro-me (e nunca esquecerei) o quanto eu vibrava ao ouvir a musica do genérico da Fame aos Domingos ao final da tarde, na RTP1, quando ainda só existiam dois canais. Essa musica faz parte da memória musical de muita gente. É claro que estou a falar na série de televisão, mas antes da série houve o filme. Alguém o viu? Eu vi. Vejam (ou revejam) o trailer de 1980. Vale a pena.
Numa bela tarde de sábado em que não havia grande coisa para fazer, resolvi ir ao cinema ver o filme Mamma Mia!
Sou grande fã de musicais, tenho alguns em casa e o meu preferido é o "Grease", mas posso sempre descobrir outro e mudar a minha preferência, não é verdade?
Tinha então grande curiosidade em ver este. E, meus caros, valeu muito a pena. A Sra. Meryl Streep recuperou da desgraça que lhe aconteceu em "África Minha" :) e voltou à grande tela com uma energia e um talento que, desconfio, nem ela própria sabia que tinha. É claro que o charmoso Sr. Brosnan, Pierce Brosnan também não lhe ficou atrás (talvez nas cantorias, vá). Já nem falo no (não encontro adjectivo agora) Colin Firth!!!
As imagens do filme são fabulosas, a ideia é engraçada e para os que começam a entrar "naquela" idade uma perspectiva diferente sobre a vida até pode ajudar... Se não viram, espreitem aqui um bocadinho. Deixo-vos com a minha parte favorita do filme.