Mostrar mensagens com a etiqueta Séries de TV. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Séries de TV. Mostrar todas as mensagens

domingo, 25 de outubro de 2009

Candy, candy


Quando era miúda não perdia um episódio destes desenhos animados. Eram do mais empolgante que havia! As venturas e desventuras da pequena Candy (que nos últimos episódios da serie transmitidos pela RTP era já uma rapariga namoradeira), fazia com que seguisse quase religiosamente tal momento televisivo. Era sem igual, naquele momento.
Ah! O que me lembro da história de amor com o António e da timidez e impossibilidade (devida já não me lembro a quê) daquele partilhar romântico! Que agonia! E ali estava eu, dia após dia, ao final da tarde, depois das obrigações escolares e do lanchinho da mamâ (sempre preparado quando chegava da escola) prontinho a ser devorado! Às vezes até havia surpresas e tudo. Ai, aquele bolinho quentinho a sair do forno!
Dá-me pena que se percam coisas na vida que nunca mais voltam. Bem sei que não há volta a dar-lhe, mas tudo o que é definitivo me causa um sentimento de impotência e no me gusta...
Curioso que muitos desenhos animados dos anos 80 da RTP foram emitidos novamente, e nunca me constou que houvesse uma reposição da Candy. Pergunto-me porquê.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Listen carefully! I shall say this only "wence"

A quantidade de vezes que eu própria disse (e digo) esta frase!
Não sei se soa familiar a alguém, mas para mim é daquelas expressões que me coloca sempre um sorriso na cara, já desde os 80s.
Quem a dizia (em quase todos os episódios) era a personagem Michelle, da série cómica britânica produzida pela BBC, "Allô, Allô" (lembram-se?).
Um destes dias voltei a ouvir a tão emblemática frase e, desta vez, pela personagem
herself, não por alguém que a dizia por piada.
Quando ouvi percebi que vinha de um televisor cá de casa mas, achei até, que seria algum slogan publicitário (parece que está na moda repescar frases feitas antigas-e-bem-sucedidas para usarem na publicidade), mas não.
Apressei-me a confirmar a origem da fala e tive uma agradável surpresa. Não é que descobri que a série está a passar outra vez na TV? É verdade!
Se forem apreciadores do género e quiserem matar saudades, prestem atenção à TV. Não vou dizer o canal porque não me quiseram pagar comissão. Mas podem ouvir a voz e o sotaque engraçado do René aqui também. O René é outro dos meus heróis.

É só clicar na barra de vídeo lateral...


sábado, 24 de janeiro de 2009

Murder, She Wrote

Com a cabeça bem noutro lugar e pegando no comando mecanicamente, lá liguei o televisor sem muita vontade de prestar grande atenção ao que o ecrã exibia.
Era apenas para ter um barulho de fundo por companhia. Sentia a casa demasiado grande e silenciosa.
Foi a melhor ideia que tive nesse dia. Palavra! Não é que, àquela hora do dia, estava a passar na tv uma das minhas series preferidas de sempre: "Murder, She Wrote" (Crime, Disse Ela). É verdade. Não sai da linha das outras sobre as quais falei anteriormente. Pelo contrário, segue-a. É mais uma serie policial, e é mais uma senhora "com miolos" que os põe à prova sempre que a oportunidade surge.

A personagem chama-se Jessica Fletcher e a actriz que lhe deu vida Angela Lansbury.
Apreciem a recordação na barra de video lateral.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Oh! Dear!

Já aqui tinha dito que sou uma grande fã de Literatura Policial e das series que adaptaram das obras para formato televisivo mais tarde.
Decidi, pois, trazer até vós em jeito de recordação, uma das senhoras “entradotas” que melhor papel fez da personagem de Agatha Christie, Miss Marple (na minha humilde e modesta opinião). Talvez se lembrem. Nunca ninguém foi capaz de dizer “Oh!Dear!” como ela. Quando for “grande”, quero ter uma cabeça assim.

Esqueci-me de dizer que o nome da senhora é Joan Hickson.

Para recordar, na barra de video lateral

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Era uma vez um rapaz chamado Michael

Confesso que sempre fui um pouco dependente de televisão. Quando era miúda, então, nem se fala. O tempo vai passando e as prioridades são outras mas há sempre um programa ou uma serie que prende a minha atenção.
“Presa” ao ecrã foi o que eu fiquei depois de ter visto o primeiro episódio da serie onde este senhor (na foto) era protagonista.
A televisão voltou a prender-me de tal forma que, àquela hora, ao Domingo à tarde, logo depois de almoço, ninguém me tirava de casa!
Foram precisos alguns anos para que um programa de televisão me voltasse a interessar desta forma.
É caso para dizer, “Go Michael! Go!”
Podem espreitar na barra de video ao lado.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A menina das sardas

Parece que o Inverno chegou ao Sul, finalmente! Já tinha saudades do frio e das roupinhas de inverno. Mas não é sobre as roupinhas de Inverno que venho falar. É das memórias de Inverno que o frio me traz.
Sempre que oiço o som das trovoadas a meio da noite, ao contrário do que muita gente sente, não tenho medo, nem me assusto. Nada disso. Cresci a ouvir este barulho e as recordações que me traz são daquelas que acalmam o coração.
Recordo com saudade as tardes e serões de Inverno a ver televisão, rodeada de calor humano por todos os lados, numa partilha imensa de risos, lágrimas, e muitas, mas muitas observações relativas ao programa a que se assistia na altura.
Lá fora, o barulho da chuva e dos trovões. Cá dentro, nós muito quentinhos…
Uma das séries que mais se via no “quentinho”, era esta.
A minha mãe chamava-lhe a série d"A menina das sardas".


quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Do you remember?

Uma boa recordação enquanto ouvem boa musica.


E esse sorriso parvo na cara, com lágrimazinha no canto do olho, é porquê?

domingo, 19 de outubro de 2008

Address: 221B Baker Street

Ainda não falei sobre o assunto, mas é desta que vos digo que sou grande apreciadora de romances de mistério e literatura policial. São vários e ricos os personagens criados por este genero literário. Existem alguns sobre os quais vale a pena falar.
Já ouviram falar de Mr. Sherlock Holmes? Lembram-se da série de televisão? Dos livros? É das minhas personagens favoritas desde miúda e não poderia deixar de mencionar esta magnífica figura que sempre admirei pela sua "lógica dedutiva" e pela sua postura altiva, até arrogante, ou não fosse o senhor Inglês (nada contra).
Para quem não se lembra ou nunca ouviu falar (o que é possível), cá vai alguma informação e uma apreciação sobre esta figura.
Sherlock Holmes viveu em Londres, na 221B Baker Street, durante a época Vitoriana, entre 1881 e 1903 e era um detective espectacular. Não havia em Londres (e arredores) mistério que não conseguisse solucionar.
Ora isto seria tudo verdade, se Sherlock Holmes não fosse apenas um personagem de ficção da literatura britânica criado pelo médico e escritor britânico Sir Arthur Conan Doyle.
Holmes é um génio do bem, com um feitio especial, mas particularmente brilhante e com um "Je ne sais quoi" que sempre me cativou. De todos os actores que desempenharam o papel de Sherlock, tanto na televisão como no cinema, o meu eleito (o mais parecido com aquele que eu imaginava quando lia os livros) é Jeremy Brett. É dele a foto. Eu tinha que falar nele.
Já agora, podem não ter lido os livros, mas visto a serie de televisão. Passem pela barra de vídeo ao lado e "enjoy!"